Revivendo o passado, o terror
O sofrimento, a angústia e a dor
Nas ruas, nos lares, tudo enfim
Denegrindo, saqueando e matando
A população interia revoltando
Semeando a morte num amargor sem fim.
O terror, que aos poucos a paz encobre
Seria um dia a altura combatido
Tropa de Elite, coesa e nobre
Esperança para o rico ou para o pobre
Nos “Boinas Negras” o valor reconhecido.
Socorrendo alguém, um auxílio a mais
Invadindo covis, não importando o perigo
Vibrando, mesmo com os casos banais
Arriscando a vida no reduto dos chacais
Sua árdua missão em busca do inimigo
Tomando rumo incerto não sabendo a sorte
Oeste a leste ou de sul a norte
Balas que se cruzam a cada disputa
Inimigos conduzidos para a cela forte
As lágrimas que rolam ao surgir a morte
Sepultando um companheiro que tombou na luta.
Destemidos, audazes, cavalheiros
Estilo invejável, nobres companheiros
Artistas anônimos que em cada cena vibra
Gigante a cada ato demonstrando a fibra
Um desfecho digno quando a peça termina
Inspirando sempre no papel que representa
Assim se orgulha no Braçal que ostenta
Rondas Ostensivas Tobias De Aguiar.
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